Titoli di Stato area Euro Titoli di stato Portogallo - Tendenze ed operatività

Foram licenciados 4,2 mil edifícios em Portugal no segundo trimestre, o que traduz um crescimento de 12% face ao mesmo trimestre do ano passado.

Este dado, revelado esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, junta-se a outros sinais de retoma no sector da construção, depois de vários anos de forte queda.

Do total de edifícios licenciados, 65,2% corresponderam a construções novas e, destas, 69,8% destinaram-se a habitação familiar. O INE destaca que todas as regiões registaram variações homólogas positivas nos edifícios licenciados, com destaque para a Região Autónoma da Madeira (+60%) e para a Área Metropolitana de Lisboa (+46,4%).

As obras licenciadas para construções novas em Portugal cresceram 12,2% face ao segundo trimestre de 2015, enquanto as obras de reabilitação cresceram 10,6%. Relativamente ao trimestre anterior, o licenciamento para construções novas aumentou 9,7% e as obras de reabilitação cresceram 6,8%.


Construção volta a dar sinais de retoma


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Guardando le oscillazioni della giornata sui decennali, il Portogallo è l'unico sotto pressione. Gli altri periferici e il bund restano abbastanza tranquilli.
Rendimenti (ultimo, massimo, minimo) adesso:


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Os bancos portugueses continuam a reduzir a dependência do BCE. Em Agosto, os valores das cedências de liquidez do banco central às entidades financeiras desceu 73 milhões de euros para 23.135 milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal divulgados esta terça-feira, 13 de Setembro.

Apesar da descida em Agosto ter sido ligeira, confirma a tendência de diminuição do recurso à liquidez do BCE, que está no valor mais baixo desde Abril de 2010. Foi o terceiro mês consecutivo de descidas. Uma das reduções mais significativas tinha ocorrido em Julho, mês em que o sistema bancário nacional cortou em mais de 1,5 mil milhões de euros no recurso às facilidades de liquidez do banco central.


Cedências de liquidez à banca portuguesa com descida ligeira em Agosto
 
A coordenadora do BE defendeu esta terça-feira, 13 de Setembro, que não há nenhum dado de preocupação nas declarações do ministro das Finanças, considerando que apenas respondeu a uma pergunta quando disse que Portugal fará o necessário para evitar um segundo resgate.

"Eu não sou comentadora, não comento entrevistas do senhor ministro das Finanças. Julgo que lhe fizeram uma pergunta à qual ele respondeu. Não me parece que haja nenhum dado de preocupação, não há nenhuma razão para isso", afirmou Catarina Martins aos jornalistas à saída de uma audiência com o primeiro-ministro, de preparação da cimeira de Bratislava.

A líder bloquista enquadrou a notícia da entrevista do ministro Mário Centeno à CNBC no que considera ser "propaganda para pressionar" Portugal durante as negociações para o Orçamento do Estado para 2017.

"O BE desvaloriza esse tipo de comunicação, esse tipo de ruído. Não há nenhum dado novo que nos diga que haja qualquer tipo de preocupação. Portanto, achamos que faz parte de um mecanismo de chantagem permanente contra as negociações do Orçamento deste país para recuperar rendimentos", disse.


Catarina Martins defende Centeno e fala em propaganda para pressionar Portugal
 
"Em matérias tão diferentes como a energia, como a habitação, como o combate à precariedade, estamos a chegar a acordo sobre matérias importantes. E isso dá-nos alguma confiança na possibilidade de um Orçamento do Estado que responda aquilo que é o acordo que fizemos: parar o empobrecimento em Portugal, respeitar quem vive do seu trabalho", afirmou Catarina Martins.

Após a audiência com o primeiro-ministro, António Costa, de preparação da Cimeira de Bratislava, a coordenadora do Bloco saudou o descongelamento do indexante do apoio social, pela primeira vez em sete anos, como é avançado pelo Jornal de Negócios.

"É uma das medidas que estava inscrita no acordo, o descongelamento do indexante de apoio social. O Governo já assumiu que vai acontecer neste Orçamento, ainda bem que é assim. Estou certa que os acordos que foram feitos vão ser todos cumpridos e este é um passo importante nessa matéria", disse.


BE diz que já há acordo com o Governo sobre matérias importantes
 
O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP) afirmou nesta terça-feira, 13 de Setembro, que o partido fará "tudo" para evitar que Portugal perca o acesso aos mercados financeiros e seja forçado a pedir um novo empréstimo internacional aos países europeus e ao FMI.

Questionado sobre se as declarações do ministro das Finanças sobre o risco de novo resgate o deixaram preocupado, Jerónimo de Sousa começou por dizer que não se quer substituir ao governo – "ao governo o que é do governo, que terá de responder por si" -, mas acabou por garantir : "Tudo faremos para que esse caminho não se repita". "Daremos combate a qualquer ideia de retrocesso, porque está bem presente na memória dos portugueses esses quatro anos de pacto de agressão", argumentou.


PCP fará tudo para evitar novo resgate e mostra abertura para viabilizar OE
 

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