Titoli di Stato area Euro Titoli di stato Portogallo - Tendenze ed operatività

"Vai fazer tudo o que for necessário para evitar que Portugal tenha um segundo resgate?", perguntou a jornalista da CNBC, colocando o principal foco do político português precisamente em evitar que o país seja forçado a pedir nova assistência financeira à troika. "Essa é a minha principal tarefa. O compromisso que temos na frente orçamental e na redução da despesa pública é precisamente nessa direcção", respondeu Centeno, citado pela CNBC.

Mário Centeno assinalou ainda que é "apenas parcialmente verdade" que o Governo português esteja focado no consumo. Explica que há "um foco substancial na recuperação de rendimentos, especialmente para as famílias", mas garante que está também "a direccionar a sua política para as empresas e para o investimento". E afirmou-se "comprometido" com as metas estabelecidas com Bruxelas, dizendo que desde o início do ano tem estado a ajustar o Orçamento em função dessas expectativas.


CNBC: Centeno diz que fará tudo para evitar segundo resgate
 
A inflação em Portugal subiu para 0,7% em Agosto, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE) na segunda-feira, dia 12 de Setembro, uma aceleração justificada principalmente pela menor queda homóloga dos preços do transportes.

"A variação homóloga do índice de Preços no Consumidor (IPC) passou de 0,6% em Julho para 0,7% em Agosto de 2016", escreve o INE na nota enviada às redacções, sublinhando que "ao nível das classes de despesa destacou-se o aumento da taxa de variação homóloga da classe dos Transportes, que passou de -2,1% em Julho para -1,3% em Agosto, o que se traduziu no contributo mais relevante para a aceleração do IPC total.


Inflação em Portugal sobe para 0,7% em Agosto


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Bloomberg fa il punto della situazione portoghese.

Yields jumped to their highest since July after European Central Bank President Mario Draghi downplayed the need for more economic stimulus, which has included purchases of billions of euros of government securities through its quantitative easing program. Portugal was already the worst-performing market in the euro region and as European bonds tumbled at the end of last week it once again suffered the most.



Losses Deepen in Europe’s Worst Bond Market as Draghi Stands Pat


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Montepio ottimista sulla crescita nel terzo trimestre.

Os últimos indicadores que foram revelados sobre a economia portuguesa "revelaram leituras tendencialmente positivas", refere o Departamento de Estudos do Montepio, que assim reiterou as suas estimativas para o desempenho do PIB no terceiro trimestre do ano.


De acordo com as perspectivas do banco, a economia portuguesa deverá apresentar um crescimento entre 0,2% e 0,4% no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores, "com a economia a dever ser suportada tanto pela procura interna, como pelas exportações líquidas, que deverão ter continuado a recuperar do forte contributo negativo observado no arranque do ano".

Na variação em cadeia, o PIB de Portugal cresceu 0,3% no segundo trimestre e 0,2% nos primeiros três meses do ano.

No relatório semanal publicado esta segunda-feira, o Montepio destaca os dados "favoráveis" revelados ao nível do comércio externo e, em menor grau, da construção.

O "forte desagravamento do défice comercial de bens" aponta para que as exportações líquidas tenham dado um novo contributo positivo para o crescimento do PIB no terceiro trimestre, numa amplitude superior em 0,1 pontos percentuais ao verificado no segundo trimestre.

Quanto ao volume de negócios no sector dos serviços, registou uma queda em Julho, mas no conjunto do terceiro trimestre deverá atingir um "forte acréscimo". Na construção, o Montepio antecipa o regresso ao crescimento na produção em Agosto e Setembro, pelo que o sector também deverá contribuir de forma positiva para a evolução do PIB.


Montepio vê leituras positivas nos últimos indicadores económicos
 
No raio X ao malparado português, que reporta ao final de dezembro de 2015, o BCE aponta para um rácio de malparado de 15% sobre o crédito total – 8% nos créditos à habitação e de 23% nas empresas não financeiras, que no caso das PME chega a 31%. E entre os entraves específicos encontrados pelo supervisor em Portugal ao nível da gestão da exposição a malparado, a justiça encontra-se no centro de quase todos.

“Baseados nos obstáculos potenciais identificados pelo inquérito do BCE, consideramos que as principais barreiras à gestão do malparado em Portugal são as demoras nos processos de insolvência e de recuperação de empresas nos tribunais, que impedem os bancos de executar garantias de forma mais rápida”, refere o supervisor europeu no capítulo dedicado ao caso português.

Mas o tratamento fiscal dado às imparidades também é criticado, ainda que por associação aos tribunais: “O tratamento fiscal das imparidades é adverso já que estas só são dedutíveis nos impostos depois de todas as queixas legais estarem concluídas”, diz o BCE.

Por fim, o Banco Central Europeu aponta que um outro problema do setor financeiro português ao nível do malparado está no reduzido número de empresas ou fundos a transacionar créditos malparados ou a oferecer serviços de gestão dos mesmos.


BCE. Justiça portuguesa é o maior obstáculo para resolver malparado
 
A ARC Ratings reduziu o "outlook" do rating de Portugal de estável para negativo, ficando assim mais perto de colocar a classificação da dívida portuguesa no nível de "lixo". Embora tenha reiterado o rating em "BBB-" (primeiro nível acima de "lixo"), ao cortar o "outlook" a agência de notação financeira sinalizou que, em caso de alteração, o mais provável será uma revisão em baixa, o que, a concretizar-se, fará com que a dívida pública portuguesa passe a ter uma classificação de BB+, o que já se encontra no nível especulativo, ou seja, de "lixo".

A sustentar esta descida no "outlook", que tem um horizonte temporal de dois anos, estão os "receios crescentes sobre fraco crescimento da economia portuguesa, num contexto de uma elevada dívida", refere o relatório publicado na sexta-feira. Entre os factores que justificam esta visão mais pessimista para Portugal, a ARC cita também a "qualidade do crescimento de Portugal", já que a fraca progressão do PIB deve-se sobretudo ao consumo privado e não ao investimento, que "representa apenas 15% do PIB".

O processo de reestruturação do sector financeiro, mais lento e custoso do que o esperado; a exposição da banca nacional à dívida pública portuguesa; as incertezas relacionadas com o Brexit; e as dificuldades sentidas nos maiores mercados de exportações/importações (alusão provável a Angola e Brasil) são outros factores que a ARC refere pesarem de forma negativa sobre o rating atribuído a Portugal.


ARC mais perto de colocar rating de Portugal no lixo


In allegato il rapporto ARC completo (4 pagine, in inglese).
 

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