Titoli di Stato area Euro Titoli di stato Portogallo - Tendenze ed operatività

La giornata del ventennale.


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Num quadro em que as declarações do Governo de António Costa têm revelado algum desencontro de opiniões – o do IRS em sede do Orçamento do Estado para 2017 – Catarina Martins, dirigente do Bloco de Esquerda, considera que “há margem para mexer nas mais-valias”. Num debate que decorreu esta noite na cidade do Porto, Catarina Martins explicou que o governo anterior criou escalões de IRS que vieram acabar com os rendimentos da classe e, apesar de não tomar posição quanto a essa questão em partícula, a dos escalões, afirmou que o Bloco continua a insistir com o PS na necessidade de devolver poder de compra aos portugueses.

A dirigente do Bloco disse ainda que a questão do segundo resgate – levantado por publicações internacionais que questionaram o ministro Mário Centeno sobre a matéria – é uma espécie de não questão: “Até Setembro, não houve nenhum” dos cenários de catástrofe que o PSD antevia, pelo que um eventual segundo resgate não passa de chicana política.


BE quer mexidas na tributação das mais-valias
 
O Ministério das Finanças considera que são já visíveis os "sinais de aceleração" da economia portuguesa no segundo semestre deste ano e destaca "as perspectivas optimistas" para o resto do ano.

Numa nota enviada ao Negócios, em reacção ao corte de "outlook" efectuado ao rating da dívida portuguesa por parte da ARC, o gabinete de Mário Centeno assinala que "os riscos económicos e políticos referidos pela agência têm vindo a ser ultrapassados com sucesso, nomeadamente com a boa execução orçamental verificada desde o início do ano e com as medidas de apoio ao investimento".


Finanças: Riscos para o rating têm vindo a ser ultrapassados com sucesso
 
O novo ministro finlandês das Finanças, Petteri Orpo (na foto), diz que Portugal viu a vida facilitada ao ganhar mais um ano para reduzir o défice orçamental sem que lhe fossem aplicadas sanções e que a linha branda adoptada por Bruxelas neste caso ameaça a credibilidade da zona euro.

"Se não houver nenhuma sanção, a união monetária perderá a sua credibilidade," afirmou Orpo à Reuters esta segunda-feira, 12 de Setembro.

O ministro finlandês aponta mesmo uma diferença de fundo entre Espanha – que recebeu tratamento especial – e Portugal.

"Espanha não tem um Governo em funcionamento, por isso agir contra Espanha talvez não fosse muito inteligente. (…) Mas Portugal tem um Governo, por isso penso que seria necessário, de acordo com o pacto de estabilidade e crescimento, pedir medidas para equilibrar as finanças públicas," defendeu o homólogo de Mário Centeno.


Finlândia defende sanções a Portugal ou euro perderá a credibilidade
 
O inquérito da Manpower sobre as perspectivas de emprego (Manpower Employment Outlook Survey - MEOS) para o quarto trimestre deste ano conclui que os candidatos a emprego em Portugal beneficiarão de um contexto de contratação favorável nos próximos três meses.

Dos 626 empregadores portugueses que participaram neste inquérito, 74% planeia manter intacta a sua força de trabalho, 12% planeia aumentar a contratação e 8% planeia reduzi-la. Esta projecção, a confirmar-se, traduz-se numa criação líquida de emprego de 4%, diz o relatório divulgado esta terça-feira.

"Portugal participa no MEOS pela segunda vez, no quarto trimestre de 2016, sendo que ainda é cedo para identificarmos e analisarmos padrões de confiança e tendências anuais", explica Nuno Gameiro, "country manager" da ManpowerGroup em Portugal, acrescentando que "no entanto, dada a credibilidade deste estudo, que é realizado há mais de 50 anos em 43 países e territórios (…), muito brevemente estaremos em condições de estabelecer uma análise ainda mais completa e partilhar também as tendências do emprego com candidatos e empregadores de norte a sul do nosso país".


Empresas portuguesas esperam ritmo de contratação moderado no quarto trimestre
 
Portugal tem de dar maior visibilidade quanto ao compromisso de correção das finanças públicas, se quiser reduzir o prémio de risco que paga face aos pares da periferia da zona euro, segundo a gestora de fundos Fidelity, que vê um corte de notação da DBRS como o principal risco. “Até termos mais visibilidade sobre a trajetória futura das finanças públicas do país, a incerteza continuará a pesar nas obrigações portuguesas relativamente ao resto da periferia”, disse Andrea Iannelli, Diretor de Investimento de Fixed Income da Fidelity, em entrevista à Reuters.

Referiu que os ‘yields’ portugueses têm tido um bom comportamento em 2016, e acompanharam os pares europeus ao permanecerem em níveis contidos, mas sublinhou que os ‘spreads’ são persistentemente mais largos que os de outros periféricos. O diferencial de risco das obrigações de Portugal a 10 anos face ao Bund alemão segue nos 318 pontos base, contra 105 de Espanha e 124 de Itália. Este spread de Portugal agravou desde o nível abaixo dos 200 pontos base no início do ano.


Fidelity. Portugal tem que dar visibilidade à correção das finanças públicas
 
Inversione di rotta nei portoghesi che scendono verso minimi di giornata, mentre il resto della periferia rifiata e il bund si riavvicina allo 0.


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