Titoli di Stato area Euro Titoli di stato Portogallo - Tendenze ed operatività

O Ministro das Finanças chamou-lhe recomposição fiscal, mas trata-se de um aumento de impostos indirectos para compensar a descida de impostos directos em 2017.

O IRS desce, mas os impostos sobre o consumo (combustíveis, tabaco e álcool) sobem. Escapando apenas às subidas de impostos em 2017 o IVA.

Sem desequilibrar mais o défice, só havendo um aumento de impostos indirectos.

As casas de valor superior a 500 mil euros vão pagar um imposto em cima do IMI, a notícia surgiu no Jornal de Negócios.

O novo imposto sobre o património é progressivo e aparentemente não se aplica à morada de família. Mas mais detalhes estão prometidos para ser dados ao Parlamento.


(EC)
 
Articolo "di colore" da Bloomberg.

For all the popularity Lisbon has amassed over the past few years as a sought-after travel destination, Porto is still overlooked. But it shouldn’t be: Portugal’s “second city” is the country’s real standard setter when it comes to design, thanks to its heritage as a manufacturing hub through most of the 19th and 20th centuries. Now it’s gaining traction as a shopping mecca, too, filled with locally made items by emerging designers who can’t be found elsewhere.

“Even the Lisbon designers normally come to the Porto area to produce their designs because all the industry is here,” says Andre Ramos, founder of Scar ID, a lifestyle boutique that specializes in Portuguese fashions, accessories, decorative items, and more. In fact, so many producers have set up shop in formerly blighted production studios that Porto’s artisans are now sprawling beyond the city limits.

Here’s how to navigate a shopping spree in the up-and-coming shopping capital.


A Guide to Europe's Hot New Shopping Capital
 
Inflazione ad agosto, dati Eurostat.


Schermata 2016-09-15 alle 11.56.51.png

Schermata 2016-09-15 alle 11.57.20.png
 
Bilancia commerciale gennaio-luglio, dati Eurostat. Portogallo in situazione sostanzialmente analoga a un anno fa, nonostante il -17% delle esportazioni extra-UE dovuto alle crisi in Brasile e Angola.


Schermata 2016-09-15 alle 11.56.25.png
 
A estratégia de crescimento do governo não funciona e se mantiver o rumo então falhará as suas metas para o orçamento e economia, deixará Portugal numa situação frágil, de crescimento baixo, muita dívida, e continua desconfiança do sector privado quanto ao futuro do país o que travará o investimento e a retoma.

Esta é a avaliação do Conselho das Finanças Públicas aos primeiros meses de governação do PS e à estratégia que delineou com Bloco de Esquerda e PCP. Um cartão vermelho que chega no relatório "Finanças Públicas: Situação e Condicionantes 2016-2020" que projecta a evolução da economia e das contas públicas até 2020 e antecipa o Orçamento do Estado. Os números são um balde de água fria sobre os planos do Governo.

Com as actuais políticas, estima o CFP, o crescimento ficará pelos 1% este ano e nunca ultrapassará os 1,5% até ao final da década. O défice público cairá este ano para 2,6% - próximo da meta do Governo – mas andará apenas ligeiramente abaixo dos 3% do PIB até ao final da década, sem garantir uma desejável margem de segurança para fazer face a imprevistos. O saldo estrutural, aquele que desconta o efeito nas contas da evolução da economia, agravar-se-á todos os anos contrariando as regras europeias e os compromissos internacionais assumidos pelo governo. E a dívida pública permanecerá sempre acima dos 125% do PIB.


Conselho das Finanças Públicas dá cartão vermelho ao Governo
 

Users who are viewing this thread

Back
Alto