Vespasianus
Princeps thermarum
A presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Teodora Cardoso, alertou hoje que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) será “sempre uma ameaça para a política orçamental” enquanto fizer empréstimos “de conveniência”, sem “racionalidade financeira”. “Eu espero que esta questão tenha tido pelo menos essa consequência, é que a Caixa não seja vista de futuro como um forma de financiar investimentos de conveniência, sobretudo para os governos da altura”, afirmou Teodora Cardoso.
A economista disse não ver problemas em que a CGD seja um banco público, mas considerou que este tem de “se reger por princípios de racionalidade financeira”, admitindo que, “se não o fizer será sempre uma ameaça para a política orçamental”. Teodora Cardoso disse que a solução encontrada entre o Governo e a Comissão Europeia “tem capacidade de resolver este problema”, para que o banco não se retorne” a uma nova necessidade de capitalização do banco.
Apesar de lembrar que a capitalização da CGD, conforme definido com Bruxelas, não terá impacto orçamental, a presidente do CFP disse que “é evidente que [com uma injeção de] capital público vai aparecer na dívida pública”.
CGD ameaçará orçamento enquanto fizer "empréstimos de conveniência"
A economista disse não ver problemas em que a CGD seja um banco público, mas considerou que este tem de “se reger por princípios de racionalidade financeira”, admitindo que, “se não o fizer será sempre uma ameaça para a política orçamental”. Teodora Cardoso disse que a solução encontrada entre o Governo e a Comissão Europeia “tem capacidade de resolver este problema”, para que o banco não se retorne” a uma nova necessidade de capitalização do banco.
Apesar de lembrar que a capitalização da CGD, conforme definido com Bruxelas, não terá impacto orçamental, a presidente do CFP disse que “é evidente que [com uma injeção de] capital público vai aparecer na dívida pública”.
CGD ameaçará orçamento enquanto fizer "empréstimos de conveniência"