Titoli di Stato area Euro Titoli di stato Portogallo - Tendenze ed operatività

A presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Teodora Cardoso, alertou hoje que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) será “sempre uma ameaça para a política orçamental” enquanto fizer empréstimos “de conveniência”, sem “racionalidade financeira”. “Eu espero que esta questão tenha tido pelo menos essa consequência, é que a Caixa não seja vista de futuro como um forma de financiar investimentos de conveniência, sobretudo para os governos da altura”, afirmou Teodora Cardoso.

A economista disse não ver problemas em que a CGD seja um banco público, mas considerou que este tem de “se reger por princípios de racionalidade financeira”, admitindo que, “se não o fizer será sempre uma ameaça para a política orçamental”. Teodora Cardoso disse que a solução encontrada entre o Governo e a Comissão Europeia “tem capacidade de resolver este problema”, para que o banco não se retorne” a uma nova necessidade de capitalização do banco.

Apesar de lembrar que a capitalização da CGD, conforme definido com Bruxelas, não terá impacto orçamental, a presidente do CFP disse que “é evidente que [com uma injeção de] capital público vai aparecer na dívida pública”.


CGD ameaçará orçamento enquanto fizer "empréstimos de conveniência"
 
Bond traders are showing little confidence the European Central Bank’s policies will stoke inflation, leading them to conclude that the current selloff isn’t a repeat of the rout of mid-2015.

The five-year, five-year forward inflation-swap rate, a gauge of price-growth expectations has fallen this week from the highest in a month. The position of bond bulls was further bolstered by data Thursday showing euro-zone inflation held at just 0.2 percent in August, well short of the ECB’s goal of just under 2 percent.

A rally that’s handed holders of euro-region bonds more than 5 percent this year has been unraveling since Sept. 8, when ECB President Mario Draghi failed to signal a further bout of quantitative easing.
Yet with the economy in the doldrums, some investors are speculating that he’ll have to act sooner or later. Stimulus is good news for bonds; inflation, bad.

Given the still very uncertain global outlook we’d argue that this sudden rise in yields and the steepening of the curve may not last,” said Elwin de Groot, senior market economist at Rabobank International in Utrecht, Netherlands. “There’s some concern that these central banks aren’t willing to go any further, but when push comes to shove, when we see that inflation is not picking up convincingly, what can they do? They’ll have to.”



Europe’s Bond Selloff Signaled Unsustainable by Inflation Gauge


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Ho scritto anche di la...vorrei capire il meccanismo del QE...mettiamo che la BCE un anno fa acquista il Portogallo 37 ad un prezzo di 120...tra un mese x casini vari(estremizzo eh!!)se lo ritrova a 70...come giustifica sta perdita? Che stanno lì a rimetterci?
 
Ho scritto anche di la...vorrei capire il meccanismo del QE...mettiamo che la BCE un anno fa acquista il Portogallo 37 ad un prezzo di 120...tra un mese x casini vari(estremizzo eh!!)se lo ritrova a 70...come giustifica sta perdita? Che stanno lì a rimetterci?
La Bce porta a scadenza i titoli. Non perde niente, cassetta.
 
Ho scritto anche di la...vorrei capire il meccanismo del QE...mettiamo che la BCE un anno fa acquista il Portogallo 37 ad un prezzo di 120...tra un mese x casini vari(estremizzo eh!!)se lo ritrova a 70...come giustifica sta perdita? Che stanno lì a rimetterci?
Più precisamente, dal sito Bce.

Purchases under the APP are expected to continue for an extended time as the ECB has announced that the purchases under the APP will run until at least March 2017 and principal payments on the securities purchased under the APP will be reinvested as they mature, for as long as necessary. Sales are therefore not expected to be normal practice in the foreseeable future, although there are no formal (e.g. accounting) constraints that would preclude securities from being sold. Exceptional adjustments to holdings of individual securities purchased under the APP may occur, if needed for technical reasons, e.g. to ensure continued compliance within the limit framework.

More details on the public sector purchase programme (PSPP) - Questions & answers


Questo sulla contabilizzazione dei titoli acquistati nel PSPP.

Amortisation adjustments are made at the end of each quarter. The amortisation emerges from an accounting principle that implies that securities purchased at prices below face value have to be revalued upwards over time towards maturity, and revalued downwards over time, if purchased at prices above face value.
 
The head of the Bundesbank warned on Thursday against using the European Central Bank's bond-buying programme, which sees Germany secure the lion's share of the purchases, to bankroll the bloc's most indebted countries.

Faced by the risk of running out of short-term German bonds to buy, the ECB is looking at options to keep its 1.74 trillion euros ($1.96 trillion) money-printing programme running, including changing the amount of bonds it buys from each country.

Jens Weidmann said targeting purchases towards the most indebted countries would put taxpayer money at risk if central banks suffer a loss on that investment.

Instead, the Bundesbank's President favoured sticking to the current rules, whereby purchases follow the relative size of each country's economy, or 'capital key', and are carried out by national central banks.

"We should stick to this benchmark of the current programme if we don't want to get the Eurosystem into hot water," he told an audience in Karlsruhe.

Germany is the biggest recipient of the ECB's largesse. Its sovereign bonds account for roughly 26 percent of all government paper bought by the ECB since the start of the programme.


ECB should stick to country size in government debt buys - Weidmann
 
A notícia de que está a ser desenhada uma nova alteração ao imposto sobre o património que funcionará como uma espécie de sobretaxa do IMI está a ser recebida com apreensão. E não são apenas as empresas do sector de construção, imobiliárias, e proprietários que a critica, os fiscalistas também lhe apontam vários defeitos.

Na leitura do jurista, especialista em questões fiscais, Patrick Dewerbe estamos perante “uma medida ad hoc que visa aumentar a receita fiscal” e que vem contribuir para acentuar ainda mais o clima de instabilidade fiscal com que o país é confrontado todos os anos.

Não é uma medida inserida num contexto mais vasto de uma revisão da tributação do património, é uma alteração ad hoc, um coelho tirado da cartola”, sublinhou ao Dinheiro Vivo o sócio da CMS Rui Pena & Arnaut, alertando para o impacto negativo que a medida vai ter num dos poucos sectores onde o investimento estava a crescer.


Fiscalistas: taxa adicional ao IMI trava investimento
 

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